Posts filed under 'memórias'
a FOFOCA, agora, liberada!
Maravilha! Que alívio poder assumir com todas as letras SOU FOFOQUEIRA! Que delícia poder gritar as quatros cantos AMO UMA FOFOCA! Verdade!!! A mais pura verdade, do mais fundo do meu íntimo! A-DO-RO aquela conversinha cheia de segundas, terceiras e quartas intenções ao lado da pia da cozinha! Humm… e aquelas cheias de moral no meio do cafezinho do meio da tarde?! Hummm… Melhor que essas, só aquelas beeem apimentadas de mesa de boteco… ahh, aquelas sim!
Mas antes que eu esqueça, deixa eu te contar a última da vizinha do quinto andar: disse que descobriu uma fofoca pra lá de maldosa rodando por aí! E me contou, acredita?! Já sabe qual é? Quer que eu conte? Ai, mas jure que não vai comentar com ninguém! Andam falando que ela…. ééé… bem isso…. que ela ó… lá pra’quelas bandas… ééé…. meniiina, hoje em dia tá uma loucura mesmo… a gente não sabe mais por quem pôr a mão na fogo… Deeeeus me livre!
Bah, mas deixa eu te contar mais essa: sabe aquele escritor, liiindo, dos olhos azuis, que descreve a alma feminina como nenhuuuma mulher seria capaz? Qual o nome dele mesmo? Lembra? Esqueci… Então, aqueeele! Confessou em praça pública (aliás, que praça, hein?!) que o pai era um fofoqueiro de marca maior! Acredita? Não, é? Pois sim!
Maravilha, não? Que bênção daquela criatura ter nascido numa família assim, movida à fofoca! Família como a minha: sempre com uma fofoquinha (= histórinha maliciosa não-maldosa) que não faz - e nem pretende fazer! – mal à ninguém!!! Uma família na qual, simplesmente e com a maior bondade do mundo, de geração a geração, CONTA-SE HISTÓRIAS! Amém! ; ]
* A liberdade veio da boca do Chico! Ele mesmo! O Buarque! Em Mesa literária HOJE na Flip, na linda e apaixonante Parati! “Papai gostava de contar muitas histórias e gostava muito de fofoca. [...] Reunia os amigos e contava coisas escabrosas”, confessou. Então, me identifiquei instantaneamente! Também descendo de uma família onde a CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS, nossas ou dos outros, é uma constante! Rs… E talvez, ou provavelmente, ou certamente, seja essa uma de minhas grandes inspirações para fazer nascer de dentro de minha caixola as minhas próprias histórias! E essa conversa toda, essa ladainha, esse falatório que não tem fim, sem dúvida, é uma bênção!
** A joaninha apareceu de novo! Ela sempre aparece quando surge na tela a palavra “Parati”! Mágico, como tudo o é!
1 comment 3 Julho 2009
Aos meus amigos Viajantes!

De tempos em tempos, descem à terra seres especiais que carregam Chaves de Ouro: são os Viajantes do Tempo. O mais famoso deles é MelcZdec. É alguém como o personagem Melquíades, de García Marquez, em Cem Anos de Solidão. Cigano, andarilho, vai e volta. Sábio, relata, na trama, a aparição da família Buendía, a origem de tudo, em pergaminhos míticos que alcançam a ordem do sagrado.
Os Viajantes do Tempo são aqueles seres, personificados, capazes de grandes transformações. Têm o dom de iluminar, renovar, fazer renascer. Às vezes, quando o mundo necessita de uma reviravolta antes da perdição total no meio do caos, ocorre um movimento intenso de Viajantes do Tempo entre nós. Nesses períodos, há um enxame de nascimentos de crianças que trazem a centelha de luz e desenvolvem, mais tarde, atividades que envolvam as artes, o belo, a criatividade. Eles veem, plantam sementes de amor, concretizam suas tarefas, cumprem sua missão, e se vão, deixando para nós um mundo mais iluminado.
O Renascimento, após a obscuridade da Idade Média, é um exemplo desses períodos. Foi uma época marcada pelo aparecimento de grandes artistas, doutores, alquimistas etc. Nesse nosso tempo de agora – império da ganância, do medo, do desrespeito ao próximo, da desconfiança, da violência, da ignorância, da irresponsabilidade ambiental, da irracionalidade coletiva… – contamos, mais uma vez, com a ajuda desses Viajantes! Aos olhos dos corações mais sensíveis, é fácil notar a presença deles no meio de nós! Sejam famosos, grandes homens da humanidade, consagrados pela História… ou anônimos, pessoas grandes sempre dispostas a dar um sorriso de paz, um olhar atento, um terno abraço, um silêncio amigo, uma boa palavra…
Há quem os chame de Nação do Arco-íris ou Seres Índigos ou… não importa! Integram um grupo de seres de luz e, graças a eles, há esperança para a humanidade! As características dos Viajantes do Tempo são:
- DEVOÇÃO (doação, dedicação extrema ao trabalho);
- FORTALEZA (têm a força de olhar para si mesmos e reconhecer sombra e luz);
- HONRADEZ (respeito aos outros, mas primeiro a si mesmo);
- LEVEZA (flexibilidade, nem tanto ao céu nem tanto à terra);
- ORGULHO (do que são, sabem se posicionar);
- MEDIUNIDADE (reconhecimento dos poderes sutis que todos temos);
- MISERICÓRDIA (abertura de coração, compaixão consigo mesmo e com os outros);
- GRATIDÃO (a si mesmo e aos outros); e,
- INTELIGÊNCIA (enxergar com desapego, sem julgar. Ver com todas as nossas visões. Abertura total. Respeitar. Olhar duas vezes, sem impulsos nem impaciências).
Isso é o sagrado, porque esse perfil engloba o AMOR e a VERDADE!
E eu escrevo sobre isso hoje para despertar a atenção de todos para que percebam os Viajantes do Tempo que nos cercam! E, principalmente, escrevo para AGRADECER a todos os meus amigos, a todas as grandes pessoas que cruzaram e cruzam meu caminho e que, sem dúvida, trazem a centelha divina! Reconheço essa luz em cada gesto, em cada sorriso, em cada abraço, em cada palavra, em cada olhar! OBRIGADA POR ENGRANDECEREM MINHA JORNADA!!!
1 comment 7 Abril 2009
Aberturas no Equinócio
— Pra Brasília, por favor!
[...]
Quarta visão. Câmeras são instrumentos do olhar, mas somente cumprem seu papel maior quando nossa visão do meio é ativada. As câmeras fotográficas, de alguma forma, nos estimulam a abrir cada vez mais esse “olho d´alma”. Nos estimulam a ver mais longe, mais perto, mais focado, mais fora de foco, mais colorido, mais preto-e-branco, mais macro, mais micro…
[...]

[...]
Um imenso Morpho menelaus tenuilimbata, mais conhecido como borboleta-azul-praia-grande, da mesma família que borboleteou nossa infância pelos arredores do Santa Maria, nos recebe na Ilha do Mel. As boas-vindas no trapiche!
Essa borboleta é cultuada pela tradição indígena do Brasil como a “alma do índio morto” e voa somente nos meses de março e abril.
Tento fotografá-la mas… desapereceu pelo caminho como se fosse uma entidade mágica, uma fada ou, realmente, a alma de um índio morto.
O dia começou, então, num azul brilhando!
[...]
Nossos pézinhos começam a nos guiar pela Ilha Mágica, sob o comando do coração. Uma parada para catar conchinhas na areia. Vício e delícia antiga. Peço licença e seleciono três jóias de Gaia. Também um pedaço de madeira ou osso que, observando agora, me lembra um garfo estilizado. Garfos alimentam.
[...]
Placas. Fotos. Nuvens. Fotos. Siris. Fotos.
Plantas. Fotos. Ondas. Fotos. Nós. Fotos.
[...]
Banho de mar.
Crianças na arrebentação.
Crianças conversando a vida.
Crianças desfiando a vida.
Crianças brincando de correr, entre vaga-lumes…
[...]
Segue a caminhada. Farol e Fortaleza em relevo na parede de uma casa.
[...]
Vaga-lumes me iluminam (o dia todo a poesia prevalece e “Vagalumes”, música-presente, toma conta de mim).
E foi até estranho, a gente nem deu conta,
Talvez na outra ponta, alguém pudesse pensar:
Menino vaga-lume, flor, menino estrela, a brisa mais forte veio te buscar…
[...]
Forte de Nossa Senhora dos Prazeres. Pedras imponentes. Natureza fortaleza. E por de cima do muro, a gente enxerga o mundo.
[...]
Na natureza, na santa paz de Deus… “desce do coqueiro que o almoço tá esfriaaando”! O garçom acena pra saírmos do mar. Ducha doce no meio do verde. Um peixinho à dorê, no molho vermelho, acompanhado de salada e batata souté. Simplesmente de lamber os beiços (com o perdão do termo)!
[...]
Maré alta. Mas o medo não vence, pois não “tamos” só… O voo dos pássaros contagia. A cor e a temperatura d´água convencem. Não precisamos do pôr-do-sol do Farol, porque também no Istmo a poesia prevalece. A paz. No Passa-Passa ficamos. E ali demos a volta ao mundo!
E quando a gente apaga, tudo fica escuro!
No trapiche, a incerteza da ida. Na ruela das pousadas, delicadamente iluminada, a vontade de ficar. Garoa, como em toda boa viagem. As conversas mansas. Sotaque gostoso do caiçara. Escuridão plena. Apenas os pontos de luzes lá looonge, depois do horizonte. Sentadas na ponta do trapiche, sorriso no rosto e na alma, sorvemos os pingos da chuva. E a conversa também vai ficando looonge… só os pingos e a paz. O barquinho vem se aproximando. A metáfora real da passagem, agora com mais bagagem. Sozinhas na barca, travessia única, gratidão.
Na despedida, companhia: estrelas vagalumes dentro de uma caixa! Aquele serzinho, tão presente pela música durante todo o dia, agora pousado em minha mão, caminhando por mim, seguindo comigo para casa… ME ILUMINANDO!
[...]
… um final de semana cheio de presentes… diz “tia” Renata (herança da infância, pais de amigas serão sempre tios)! A bênção de estarmos num lugar maravilhoso, na companhia da melhor amizade, no convívio de uma bonita família, rodeadas de “coincidências” pelo caminho, integradas com os cinco elementos e abraçadas pela Mãe Terra e pelo Pai Cosmos, de mãos dadas com a Irmã Lua e o Irmão Sol… DIAS-PRESENTES DE DEUS!
[...]
Pra temperar os sonhos e curar as febres,
Inserir nas preces do nosso sorriso,
Brincando entre os campos das nossas idéias,
Somos vaga-lumes a voar perdidos…
A voar perdidos…
- Trechos de “Vagalumes”, d´O Teatro Mágico. Mais um presente que recebi nesses dias de março!
Add comment 1 Abril 2009
Deusa Clarice: obrigada, obrigada, obrigada!
“Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse a sempre novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias.” (Clarice Lispector)
1 comment 13 Junho 2008
Parabéns, coleguinhas!
2 comments 7 Abril 2008
Cazuza não combina com praia
No radinho, na tenda montada na beira da praia, “Boas Novas”. Duas gurias conversam. “Cazuza não combina com praia”, diz uma delas. Bingo! Um tema para o trabalho que eu deveria entregar para conclusão da disciplina de música, da pós-graduação de Leitura de Múltiplas Linguagens!
Realmente, “eu vi a cara da morte e ela estava viva”1 não combina com praia, mas talvez a guria tenha generalizado demais, porque “eu preciso dizer que eu te amo”2 ou “eu quero a sorte de um amor tranqüilo”3 são trechos que podem, sim, ressoar harmonicamente com as areias brancas de uma bela praia enquanto outra-guria-bobinha-sonha-acordada-em-uma-rede-pendurada-entre-dois-coqueiros.
A música é o clima. E a temperatura pode ser das mais baixas ou estar entre as mais altas, vai depender da música. Tudo na vida, coisas e pessoas, o universo enfim, tudo tem seu ritmo e é influenciado pelos ritmos ao redor. Nem refiro-me aqui ao mérito de freqüência de ondas, busco apenas enfatizar a importância da música em nossas vidas, a influência – negativa ou positiva – em nosso cotidiano.
A música nos envolve, desperta sentidos e faz oscilarmos entre diversos estados físicos e emocionais. Sendo assim, como arma poderosa, é utilizada em igrejas para fortalecer a fé de fiéis – e convencer infiéis! -; serve de instrumento de tratamentos psicólogicos; é utilizada em criadouros de animais para acalmá-los; é insistemente indicada a gestantes, a fim de que venha ao mundo um bebê tranqüilo, esperto e com ouvidos aguçados; entre muitos outros empregos.
Cada ouvinte traz uma bagagem musical e sensorial distinta. Para uns, “segue o seco sem sacar que o caminho é seco”4 é uma estrada longa e estafante, enquanto para outros, “ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais”5 é a estrada solitária e serena. “Longe de casa a mais de uma semana”6 pode trazer uma melancolia inexplicavelmente gostosa, da mesma agradável e despretensiosa sensação ao ouvir “eu gosto tanto de você que até prefiro esconder”7. Talvez este encare com revolta quando se escuta algo sobre “nas favelas, no senado“8, enquanto aquele sinta remorso ou algo parecido ao ouvir alguém anunciar “sou uma gota d’água, sou um grão de areia“9. Alguns deixam de acreditar que tudo é pra sempre quando percebem que “mudaram as estações”10, porém, mantêm uma ilusão, de bobeira mesmo, achando que detalhes “a toda hora vão estar presentes”11. Às vezes, a música convida a bailar pelas lembranças da infância, como quando chega um certo “ursinho querido”12 ou pelas lembranças de um tio querido que faz pensar na família maravilhosa que se tem, ao ouvir, sabe-se lá o porquê, “você não é doce de côco mas enjoei de você”13! Algumas canções têm o poder de nos remeter a lugares especiais guardados no coração, lugares que abrigam o que éramos e o que somos na essência… tais como quando o trio “começa na Ponta Grossa e termina ali na praça…”14. E pra alguns é tão fácil abrir a boca e cantarolar, em alto e bom som, quando no radinho toca “enquanto você se esforça pra ser”15, da mesma maneira que é até difícil respirar quando uma voz feminina, nada tímida, faz ressoar “por isso cuidado meu bem”16. Na música, alguns sabem a hora certa de perguntar “Do You Wanna Dance”17 e outros de dizer que, dançando bem ou mal, “na nossa festa vale tudo”18. E a saudade em “vai minha tristeza e diz a ela que sem ela não pode ser“19. E a prévia saudade, antecipada, em “menininha, não cresça mais não, fique pequenininha na minha canção”20.
Música é paixão pela vida. E é por isso que me emociono a cada vez que meu filho, com menos de dois anos, liga o som, aponta para um de seus cd´s de músicas preferido e escuta “Leão! Leão! Leão! És o rei da criação!”21 e dança comigo. E é por isso que me emociono a cada vez que escuto um fugidio “Pau, Edra, Im, Inho, Esto, Oco, Ouco, Inho, Acro, Idro, Ida, Ol, Oite, Orte, Aço, Zol…”22 Fugidio… tal como nossa alma, que escapa e viaja, quando envolvida por música. Pulsante… tal como as batidas de nosso coração, aceleradas ou retardadas pela música. Fluido… tal como nossa respiração.
SELEÇÃO
1. Boas Novas, Cazuza.
2. Preciso Dizer Que Te Amo, Dé/Bebel Gilberto/Cazuza.
3. Todo Amor Que Houver Nessa Vida, Cazuza/Frejat.
4. Segue o Seco, Carlinhos Brown/Marisa Monte.
5. Ando Devagar, Zé Ramalho.
6. A Dois Passos do Paraíso, Evandro Mesquita/Ricardo Barreto.
7. Apenas Mais Uma De Amor, Lulu Santos/Nelson Motta.
8. Que País É Este?, Renato Russo.
9. Pais e Filhos, Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá.
10. Por Enquanto, Renato Russo.
11. Detalhes, Roberto Carlos/Erasmo Carlos.
12. Ursinho Pimpão, T.Landa/T.Cruz/Edgard Poças.
13. Doce de Côco, Cláudio Fontana/Wanderley Cardoso.
14. Hino da Banda de Guaratuba, Heitor Valente/César Costa Filho.
15. Maluco Beleza, Raul Seixas/Claudio Roberto.
16. Como Nossos Pais, Belchior.
17. Whisky à Go-Go, Michael Sullivan/Paulo Massadas.
18. Dancin Days, Nelson Motta/Ruban Barra.
19. Chega de Saudade, Vinicius de Moraes.
20. Valsa Para Uma Menininha, Vinicius de Moraes/Toquinho.
21. O Leão, Arca de Noé, Fagner/Vinicius de Moraes.
22. Águas de Março, Tom Jobim.
[Postado originalmente em 17.01.2008, às 16:20, no blog-se.]
1 comment 3 Abril 2008
Porrada na mesa – Da importância de uma mão pesada
Nunca fui uma aluna brilhante. Mediana, com médias sempre beirando o seis, ou pra cima ou pra baixo, cresci me digladiando com a matemática. Aquilo não era número, era grego. Porém, tive alguém que batia – socava! – na mesa onde eu estudava, choramingando, a maldita matemática. E dá-lhe porrada, dá-lhe porrada [ na mesa! ] até eu compreender logaritmo, funções, geometria… até análise combinatória perfurar as grossas paredes de meu cérebro e conseguir um lugarzinho naquele monte de caraminholas.
DA IMPORTÂNCIA DE UMA MÃO…
O braço firme que sustentava aquela mão era de meu pai. E graças a ele, naquele vai-e-vem de choramingos meus e de porradas dele, nunca “rodei” de ano no colégio. Aprendi matemática na marra! Essas aulas particulares com meu pai vieram à lembrança esta semana pelo aparecimento de um outro “professor maluco” em minha vida! Assim como meu pai, ele também foi bancário. Está me orientando para uma prova de concurso para a carreira… bancária! Com ele, as mesas da sala de aula também estão sofrendo… Coincidência ou não, um bom sinal! Sinal de resultados, de entendimento. Acredito que sim!
(…)
Brincadeiras à parte… espero um dia também ser assim… de alguma forma poder retribuir a dedicação e o conhecimento compartilhado por meus “professores” de toda a vida, bancários e não-bancários.. ser uma boa e velha mão pesada na vida de alguém![Postado originalmente em 04.12.2007, às 17:54, no blog-se.]
1 comment 3 Abril 2008
