Posts filed under 'inspiração'

Hora do Almoço…

Tangerina Ponkan meia-estação: bastante popular, apresenta frutos grandes, fáceis de descascar, com gomos que também se separam facilmente. Tem paladar bastante agradável.


Add comment 4 Julho 2008

“Quando se pensa, ouve-se e…

… isso impede de achar a solução.”

Baita alívio escutar essa frase neste sábado, da boca de Didi, enquanto esperávamos por Godot! Que chatice esperar, esperar, esperar… mas… bah! Esse é o melhor! É isso a vida: esperar pela festa! Esta é a melhor parte! A única parte.

 


IMPERDÍVEL… Esperando Godot, até 29 de junho, de quinta a sábado às 21h e aos domingos às 19h, no Guaira.

Add comment 16 Junho 2008

Deusa Clarice: obrigada, obrigada, obrigada!

“Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse a sempre novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias.” (Clarice Lispector)


1 comment 13 Junho 2008

Sexta-feira…

…11 da noite. Entro no carro. Ligo o som. Não recordo a estação que escolho… música latina. Sem dúvida da melhor qualidade. Entre outros, Chico Alvarez. E não precisou mais de um segundo para que aquelas melodias cubanas me inebriassem. Desço do carro, abro a porta e estou em casa. Cansada. No curto trajeto, muita dança com alma e olhar latinos de Frida Kahlo.


Add comment 8 Junho 2008

Presente…

São demais os perigos desta vida
para quem tem paixão,
principalmente quando uma Lua surge de repente
e se deixa no céu, como esquecida.

E se ao luar que atua desvairado
vem se unir uma música qualquer,
aí então é preciso ter cuidado
porque deve andar perto uma mulher.

Deve andar perto uma mulher que é feita
de música, luar e sentimento,
e que a vida não quer, de tão perfeita.

Uma mulher que é como a própria Lua:
tão linda que só espalha sofrimento,
tão cheia de pudor que vive nua.

Vinicius de Moraes


2 comments 28 Maio 2008

E a bananeira vingou!

Sensação de conclusão…

Já tive um filho. Já plantei uma árvore [duas, na verdade. A primeira, da qual não me lembro a espécie, foi no clube, quando criança, e está lá até hoje! A segunda, minha bananeira, no quintal de casa. Um pezinho discreto mas já dando ares de grandeza, uma folha imensa seguindo sua missão!]. E meu livro, se Deus quiser, está a caminho!

(…)

Que conclusão que nada… quero mais dois: um de barriga e outro de coração! Quero muitas mais, de todas as cores, aromas, texturas e gostos. Quero que venham vários, que acrescentem e que inspirem!

[Mais um desabafo... na verdade, só pra me gabar de minha bananeira!!!]


2 comments 26 Maio 2008

Ai que saudade d´ocê…

Ai que saudade de Parati!
Que saudade imensa!
Aquelas ruelas de pedras centenárias que me acolheram tão maravilhosamente bem….
aquele céu nublado, lindo, como o dia de hoje em Curitiba…
aquele cheiro de liberdade…
Ai que saudade de Parati!
Quando chega nosso próximo encontro?
Quando a conversa mansa mais uma vez?
Relendo hoje meu Diário de Viagem tive o mesmo prazer, a mesma alegria, a mesma paz no coração. Uma viagem mágica, a melhor de todas, a mais consciente. De tudo.
Saudade d´ocê, Parati!
E que bom tê-la em mim, sempre, refletida o tempo todo!

w108paraty.jpg


1 comment 25 Maio 2008

Pesquisa de Campo

Vai Paraíba! Vai Pedro “Quem?”!!!
Vai Keirrison! Dá-lhe Edson Bastos!!!

Me dispus ontem a enfrentar um Couto Pereira pós-retorno-à-primeira-divisão para realizar, digamos assim, uma pesquisa de campo! Literalmente! [perdão pelo trocadilho!]

Há anos não freqüentava um jogo de futebol. Tive minha época áurea (rs), inclusive com destaque como artilheira do campeonato mais importante do colégio! Disso lá se vão mais de dez anos! Com o tempo, fui ficando chata, enjoada, e passei a detestar aquele povão todo gritando e xingando feito loucos toda a família do coitado do juiz e de alguns dos jogadores!

Mas, a convite de minha irmã, resolvi me arriscar nessa aventura novamente, com a idéia de apenas ver em que pé estava a coisa hoje em dia! Com um misto de medo e insegurança, fui. A gente escuta cada barbaridade que acontece dentro e fora de campo… Enfim, assim fomos nós duas, devidamente uniformizadas com as cores do verdão, em direção às cadeiras da Mauá! Cunhado ligando da Império, primos dando tchau da torcida oposta (os Porcos Palmeirenses), e eu quase fazendo xixi nas calças de tanto rir (mais uma vez peço desculpas, agora pelo mau jeito!) !

E esse riso exagerado me fez entender o porquê de estar lá, o porquê dessa algazarra (obrigada, vó, pelo empréstimo!), dessa loucura pelos campos! É o mesmo motivo do fascínio pelo Carnaval: duas festas que envolvem a todos, num clima de unidade, de segregação! Naquela hora, só o que importa é sermos todos brasileiros, unidos pelo amor à camisa ou amor ao que quer que seja! E vi isso ontem! Senti na pele e no coração batendo a cada um dos dois goooools!

Uma festa linda ontem no Couto, re-ple-ta de crianças com seus pais, todos juntos brincando sem violência e, pasmem, com poucos palavrões! Pelo menos na Mauá, o jogo correu bem e bonito! Parabéns às famílias da torcida Coxa Branca!

 


1 comment 12 Maio 2008

Poema para os gatos

Silêncio,
eis a tarefa
de todos os gatos.
Poucos sabem perscrutar
(talvez ninguém em plenitude)
o grau de solidão necessária
ao saber auto suficiente
para ser felino e doméstico
em sua tarefa de monge
guardião do inextricável
em quem o homem não percebe
a metafísica natural,
recolhimento
saber
sensualidade
e aceitação.

Artur da Távola

[Modelo: Paris, a gatinha manhosa da Wilminha!] 

1 comment 19 Abril 2008

Uma história coletiva…

Joana passava roupas. Joana passava o mundo. A limpo. Tudo passava enquanto ali, naquele canto, ela cuidava de suas roupas. E da roupa da família. E pensava quem estaria cuidando da roupa dos amigos. E… continue a história quem quiser!


1 comment 8 Abril 2008

Parabéns, coleguinhas!

Comemoração hoje! Dia do jornalista! Meu dia, com todo o orgulho do mundo! Uma profissão linda que, apesar das pedras no meio do caminho, me faz sentir mais humana. Encaro o jornalismo como minha essência: a velha, utópica e persistente vontade de mudar/melhorar o mundo! Um meio de educar, protestar, denunciar, elogiar e, sempre, inspirar!
 
Como uma espécie de Ação de Graças, homenageio e agradeço hoje a todos aqueles que cruzaram o meu caminho e, de uma forma ou de outra, enriqueceram-me. Faço questão de citar nomes. Seu Ário Taborda Dergint, que fortaleceu em mim o amor às artes. Helô [Heloísa Covolan] e HT [Hélio Teixeira]: generosos mestres meus, que mostraram-me o jornalismo e ensinaram-me muito mais do que a vida acadêmica. Grande Professor Pena, o mestre da ética, a quem tínhamos vontade de aplaudir a cada aula encerrada na faculdade. Ainda lá atrás, Professor Senzi, na 6ª ou 7ª série do Colégio Marista Santa Maria, que guardo com carinho pelas lições de amor ao português! Professoras Nanci Gonçalves da Nóbrega [da PUC-Rio] e Clarice Alves Martins [da PUC-PR e da aula particular de regência verbal em Guaratuba!], musas inspiradoras do amor à vida!
 
Também são muitos os “grandes nomes”, lógico. O primeiro de todos, Clarice. A conheci em sonho, ainda adolescente. Uns dias mais tarde descobri que aquela moça com quem me encontrei era a tal Lispector. A ela devo o meu despertar às letras. Também Machado de Assis, o melhor início que eu poderia ter. 
 
A todos os citados e aos demais amigos que, com participações diferentes em minha vida porém não menos importantes, me engradeceram e ainda me fazem crescer todos os dias, minha profunda admiração!

2 comments 7 Abril 2008

Por que escrever?

“‘Escrever é uma arte mágica: quando você põe palavras no papel, num texto autobiográfico ou não, você se mostra para si mesmo e se compreende melhor’, diz a escritora Sonia Belloto.”
Tenho recebido algumas mensagens inspiradas e bem escritas dos amigos que passam pela Aldeia. Desconfio que o ato de escrever não faz bem apenas a mim, mas deve ser algo geral… Encontrei uma matéria bastante esclarecedora na edição de março da revista Bons Fluidos. Espero que inspire mais amigos a postarem mensagens aqui e até mesmo a criarem seus próprios blogs, usando este canal como diário ou como suporte para publicação e divulgação de quaisquer literaturas e outras invencionices!

Um trechinho da matéria:
“Quando a boca cala, o corpo fala. Quando a boca fala, o corpo sara. Eis um ditado que mostra, de forma simples, a importância de verbalizar o que sentimos e pensamos, pois o que não é expresso tende, mais cedo ou mais tarde, a afetar nosso bem-estar e até nosso estado de alma. Segundo o psicólogo Waldemar Magaldi Filho, professor da Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo, ao entrar em contato com seu colorido interior, dispondo-se a abrir e a contar suas experiências, sejam elas boas ou ruins, muito do que foi vivenciado pela pessoa se ilumina. ‘Narrando os fatos, percebemos que eles talvez não sejam tão negativos quanto pensávamos, que a raiva que alguém despertou em nós diminuiu, que o trauma que sofremos já não assusta tanto, que nossas vitórias foram mais importantes do que pareciam’, explica o especialista. Da mesma maneira, o que a princípio foi visto como algo trágico pode, com o passar do tempo, se revelar uma grande oportunidade de crescimento. ‘Isso é o que chamamos de re-significar, ou seja, atribuir um novo sentido às coisas’, completa.”
Texto na íntegra AQUI.

[Postado originalmente em 24.03.2008, às 15:11, no blog-se.]

Add comment 3 Abril 2008

O bom velhinho

Estou lendo - entre outros livros na minha bagunçada e misturada leitura -, As Curvas do Tempo, memórias de Oscar Niemeyer. Adoro biografias e memórias. Talvez seja minha literatura preferida. Sempre tiro algo de bom, algo de ruim, e isso vai ajudando a construir minha vida e minhas próprias memórias. Dessa vez, Niemeyer, esse bom velhinho que dá vontade até de levar pra casa, fez com que eu me sentisse uma pessoa mais “normal”, porque pude compartilhar de um mesmo sentimento descrito no livro. Depois de contar causos de sua juventude, bastante boêmia e de inúmeros amigos, ele conclui que “a vida continua e aqui vamos nós, caro leitor, fingindo acreditar em coisas sem maior importância, vestidos de arquiteto, a discutir arquitetura com uma devoção que este mundo injusto certamente não justifica.” É a mesma sensação que, de uns meses pra cá, venho sentindo em relação a minha profissão, o jornalismo, e aos meus ideais de “melhorar o mundo”! Há tantas coisinhas fúteis e inúteis que temos que nos entreter no dia-a-dia, para as quais temos que despender tempo… há tantas conversas e almas vazias… é tanto esforço dedicado ao que não é essencial… enfim, há tanta desilusão, dia após dia. Mas elas não podem nos abalar e nos esmorecer. É preciso ir adiante, sempre, porque destes sonhos, por mais escondidinhos que deixemos em nós, é que temos energia para continuar!

[Postado originalmente em 14.03.2008, às 19:46, no blog-se.]

Add comment 3 Abril 2008

Cazuza não combina com praia

No radinho, na tenda montada na beira da praia, “Boas Novas”. Duas gurias conversam. “Cazuza não combina com praia”, diz uma delas. Bingo! Um tema para o trabalho que eu deveria entregar para conclusão da disciplina de música, da pós-graduação de Leitura de Múltiplas Linguagens!
Realmente, “eu vi a cara da morte e ela estava viva”1 não combina com praia, mas talvez a guria tenha generalizado demais, porque “eu preciso dizer que eu te amo”2 ou “eu quero a sorte de um amor tranqüilo”3 são trechos que podem, sim, ressoar harmonicamente com as areias brancas de uma bela praia enquanto outra-guria-bobinha-sonha-acordada-em-uma-rede-pendurada-entre-dois-coqueiros.
A música é o clima. E a temperatura pode ser das mais baixas ou estar entre as mais altas, vai depender da música. Tudo na vida, coisas e pessoas, o universo enfim, tudo tem seu ritmo e é influenciado pelos ritmos ao redor. Nem refiro-me aqui ao mérito de freqüência de ondas, busco apenas enfatizar a importância da música em nossas vidas, a influência – negativa ou positiva – em nosso cotidiano.
A música nos envolve, desperta sentidos e faz oscilarmos entre diversos estados físicos e emocionais. Sendo assim, como arma poderosa, é utilizada em igrejas para fortalecer a fé de fiéis – e convencer infiéis! -; serve de instrumento de tratamentos psicólogicos; é utilizada em criadouros de animais para acalmá-los; é insistemente indicada a gestantes, a fim de que venha ao mundo um bebê tranqüilo, esperto e com ouvidos aguçados; entre muitos outros empregos.
Cada ouvinte traz uma bagagem musical e sensorial distinta. Para uns, “segue o seco sem sacar que o caminho é seco”4 é uma estrada longa e estafante, enquanto para outros, “ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais”5 é a estrada solitária e serena. “Longe de casa a mais de uma semana”6 pode trazer uma melancolia inexplicavelmente gostosa, da mesma agradável e despretensiosa sensação ao ouvir “eu gosto tanto de você que até prefiro esconder”7. Talvez este encare com revolta quando se escuta algo sobre “nas favelas, no senado“8, enquanto aquele sinta remorso ou algo parecido ao ouvir alguém anunciar “sou uma gota d’água, sou um grão de areia“9. Alguns deixam de acreditar que tudo é pra sempre quando percebem que “mudaram as estações”10, porém, mantêm uma ilusão, de bobeira mesmo, achando que detalhes “a toda hora vão estar presentes”11. Às vezes, a música convida a bailar pelas lembranças da infância, como quando chega um certo “ursinho querido”12 ou pelas lembranças de um tio querido que faz pensar na família maravilhosa que se tem, ao ouvir, sabe-se lá o porquê, “você não é doce de côco mas enjoei de você”13! Algumas canções têm o poder de nos remeter a lugares especiais guardados no coração, lugares que abrigam o que éramos e o que somos na essência… tais como quando o trio “começa na Ponta Grossa e termina ali na praça…”14. E pra alguns é tão fácil abrir a boca e cantarolar, em alto e bom som, quando no radinho toca “enquanto você se esforça pra ser”15, da mesma maneira que é até difícil respirar quando uma voz feminina, nada tímida, faz ressoar “por isso cuidado meu bem”16. Na música, alguns sabem a hora certa de perguntar “Do You Wanna Dance”17 e outros de dizer que, dançando bem ou mal, “na nossa festa vale tudo”18. E a saudade em “vai minha tristeza e diz a ela que sem ela não pode ser“19. E a prévia saudade, antecipada, em “menininha, não cresça mais não, fique pequenininha na minha canção”20.
Música é paixão pela vida. E é por isso que me emociono a cada vez que meu filho, com menos de dois anos, liga o som, aponta para um de seus cd´s de músicas preferido e escuta “Leão! Leão! Leão! És o rei da criação!”21 e dança comigo. E é por isso que me emociono a cada vez que escuto um fugidio “Pau, Edra, Im, Inho, Esto, Oco, Ouco, Inho, Acro, Idro, Ida, Ol, Oite, Orte, Aço, Zol…”22 Fugidio… tal como nossa alma, que escapa e viaja, quando envolvida por música. Pulsante… tal como as batidas de nosso coração, aceleradas ou retardadas pela música. Fluido… tal como nossa respiração.

SELEÇÃO
1. Boas Novas, Cazuza.
2. Preciso Dizer Que Te Amo, Dé/Bebel Gilberto/Cazuza.
3. Todo Amor Que Houver Nessa Vida, Cazuza/Frejat.
4. Segue o Seco, Carlinhos Brown/Marisa Monte.
5. Ando Devagar, Zé Ramalho.
6. A Dois Passos do Paraíso, Evandro Mesquita/Ricardo Barreto.
7. Apenas Mais Uma De Amor, Lulu Santos/Nelson Motta.
8. Que País É Este?, Renato Russo.
9. Pais e Filhos, Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá.
10. Por Enquanto, Renato Russo.
11. Detalhes, Roberto Carlos/Erasmo Carlos.
12. Ursinho Pimpão, T.Landa/T.Cruz/Edgard Poças.
13. Doce de Côco, Cláudio Fontana/Wanderley Cardoso.
14. Hino da Banda de Guaratuba, Heitor Valente/César Costa Filho.
15. Maluco Beleza, Raul Seixas/Claudio Roberto.
16. Como Nossos Pais, Belchior.
17. Whisky à Go-Go, Michael Sullivan/Paulo Massadas.
18. Dancin Days, Nelson Motta/Ruban Barra.
19. Chega de Saudade, Vinicius de Moraes.
20. Valsa Para Uma Menininha, Vinicius de Moraes/Toquinho.
21. O Leão, Arca de Noé, Fagner/Vinicius de Moraes.
22. Águas de Março, Tom Jobim.

[Postado originalmente em 17.01.2008, às 16:20, no blog-se.]

1 comment 3 Abril 2008

Inspiração

Esta palavra vem rodeando minha vida há muito tempo. Volta e meia ela aparece, contundente. Voraz. Às vezes apaziguadora, sim. Mas normalmente voraz. Inspirar, inspira, inspire, inspirei, inspirarei, inspirou, inspiraram… inspiração talvez seja das palavras mais fortes da nossa língua. Forte porque instiga a uma atitude. Remete instantaneamente a um pensamento que leva a uma atitude imediata. E quando isso não acontece, quando a inspiração não vem, não dá sinal de existência… aí então “inspiração” torna-se “decepção”. Decepção com nós mesmos, com a falta de nós mesmos, com os outros e a falta de outros, com a presença e com a ausência, com o cheio e o vazio, com a vida medíocre que pensamos levar naquele momento. Como é difícil quando perdemos o trecho da caminhada e damos sequência em passos sem direção, desnorteados. Viver exige inspiração a todo momento. E como é difícil………

[Postado originalmente em 02.03.2007, às 12:49, no blog-se.]

Add comment 3 Abril 2008

Minha Guaratuba…

guaratuba2.jpg

[Postada originalmente em 16.01.2007, às 14:22, no blog-se.]

Add comment 3 Abril 2008


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