“Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse a sempre novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias.” (Clarice Lispector)
13 Junho 2008
Hoje escrevo apenas para homenagear meu menino amado! Não há nada no mundo mais belo e mágico do que um filho, simplesmente porque são as únicas pessoas capazes de, sincera e efetivamente, nos tornar melhores a cada dia!
Com ele, viro criança todas as noites, rolando no sofá de tanto rir! Com ele viajo pelo mundo da fantasia, inventando e reinventando histórias! Com ele aprendo o que é ser SER HUMANO, buscando ser alguém melhor a cada erro ou deslize que percebo ter cometido. Com ele aprendo que amar é nortear, mas deixar livre para voar! Com ele aprendo que muito mais importante que palavras e gestos, é o olhar!
FELIPE, MEU FILHO, OBRIGADA POR ESTAR NA MINHA VIDA E FAZER DELA ALGO MÁGICO E DIVINO! TE AMO MAIS QUE TUDO!
[Postado originalmente em 11.03.2008, às 11:28, no blog-se.]
3 Abril 2008
Nunca fui uma aluna brilhante. Mediana, com médias sempre beirando o seis, ou pra cima ou pra baixo, cresci me digladiando com a matemática. Aquilo não era número, era grego. Porém, tive alguém que batia – socava! – na mesa onde eu estudava, choramingando, a maldita matemática. E dá-lhe porrada, dá-lhe porrada [ na mesa! ] até eu compreender logaritmo, funções, geometria… até análise combinatória perfurar as grossas paredes de meu cérebro e conseguir um lugarzinho naquele monte de caraminholas.
DA IMPORTÂNCIA DE UMA MÃO…
O braço firme que sustentava aquela mão era de meu pai. E graças a ele, naquele vai-e-vem de choramingos meus e de porradas dele, nunca “rodei” de ano no colégio. Aprendi matemática na marra! Essas aulas particulares com meu pai vieram à lembrança esta semana pelo aparecimento de um outro “professor maluco” em minha vida! Assim como meu pai, ele também foi bancário. Está me orientando para uma prova de concurso para a carreira… bancária! Com ele, as mesas da sala de aula também estão sofrendo… Coincidência ou não, um bom sinal! Sinal de resultados, de entendimento. Acredito que sim!
(…)
Brincadeiras à parte… espero um dia também ser assim… de alguma forma poder retribuir a dedicação e o conhecimento compartilhado por meus “professores” de toda a vida, bancários e não-bancários.. ser uma boa e velha mão pesada na vida de alguém!
[Postado originalmente em 04.12.2007, às 17:54, no blog-se.]
3 Abril 2008